Sábado, 7 de Março de 2009

Ler: o caminho para a felicidade:)

 

Uma das minhas paixões é a minha profissão...Adoro leccionar...
No início da miha curta carreira, alguém (muito especial) sugeriu que eu trbalhasse o livro“O Principezinho”. Este livro foi, sem qualquer sombra de dúvida, muito pertinente e interessante. É um livro, pedagogicamente, muito rico. Ele permite desenvolver uma imensidão de competências, nomeadamente o gosto pela leitura.
Devo salientar que a leitura e exploração do livro “O Principezinho” é um pouco complexa. Este livro está repleto de metáforas o que torna a descodificação da sua mensagem um pouco difícil para as crianças muito jovens, nomeadaente para o 1º CEB. No entanto, a turma em que leccionava, surpreendeu-me..Eles descodificaram o livro na perfeição e peceberam a sua essência
Para mim, a exploração deste livro não era vista como uma utopia, mas sim como um objectivo alcançável. Através de inúmeras actividades relacionadas com o livro (envolvendo as diferentes áreas) consegui motivar os alunos para o tratamento deste livro e conseguimos que eles entendessem perfeitamente a sua mensagem. Foram momentos únicos e maravilhosos e qu aconselho toos os docentes a vivenciar.
            Este livro foi muito bem escolhido, na medida em que teve significado para aquelas crianças, pois estava relacionado com as suas vivências. Este facto faz-me reflectir sobre a importância da implementação do Plano de Leitura em Portugal. É essa reflexão que quero artilhar convosco...
Os níveis de literacia em Portugal são preocupantemente baixos, como têm vindo a demonstrar diversos estudos internacionais. Muitos alunos concluem o Ensino Básico sem dominarem a leitura de forma a poderem utilizá-la de uma forma funcional no seu dia-a-dia e na sua vida profissional. Assim sendo, para reduzir estes índices é importante que os professores proponham actividades de leitura diversificadas porque os alunos só aprenderão a ler, lendo cada vez mais e, consequentemente, eles acabarão por ler mais se gostarem de ler.  A leitura só pode ser agradável quando se consegue ler fluentemente e se compreende o que se lê.
Para que os meus alunos  compreendessem a mensagem do livro estudado tive de trabalhar arduamente. Eu tive de ajudar todas as crianças a descodificarem a mensagem do texto inúmeras vezes. No entanto, com o passar do tempo, elas foram acabando por conseguir descodificar a mensagem do texto sem qualquer ajuda. Foi uma evolução muito positiva.
É este trabalho que todos os docentes devem fazer. Devem ajudar as suas crianças a “voar” pelo mundo da leitura, sem medos, sem receios, sem dificuldades. Mas para que isso aconteça têm que ensiná-las a analisar textos, têm que ensiná-las a olharem para além do que está escrito. Os alunos têm que transpor o que lêem para a realidade, para as suas vidas.
Como referi anteriormente, os níveis de literacia em Portugal são preocupantes, porque muitos adultos não desenvolveram o gosto pela leitura quando eram mais novos.
Não adaptaria por completo o provérbio “Burro velho não aprende línguas” à leitura, mas é verdade que a idade adequada para aprender a ler é a que corresponde ao início do 1.º ciclo de Ensino Básico e que iniciar essa aprendizagem na idade adulta é uma tarefa bem mais difícil e menos eficaz do que aos seis anos. O provérbio “De pequenino se torce o pepino” é um provérbio verdadeiro em muitas situações da vida e adequa-se com grande pertinência na aprendizagem da leitura.
Segundo a comissária de honra do Plano Nacional de Leitura, Maria Emília Brederod (2006) “A Leitura é um vício que não faz mal.” Eu acrescentaria ainda que a leitura é um vício que podemos abusar sem nos preocuparmos e que começa desde muito cedo. Segundo a autora, as crianças com um ano de idade gostam que lhes contem histórias. é nesta idade que ela vai contactando com a leitura e vai despertando o gosto pela leitura de histórias.
O Plano Nacional de Leitura, segundo o sítio da Internet www.planonacionaldeleitura.pt, foi lançado em Portugal em Junho de 2006 pelo ministério da Educação, em articulação com o Ministério da Cultura e o gabinete da Ministério dos assuntos parlamentares. O objectivo principal deste plano é promover o prazer de ler e a criação de hábitos de leitura nas crianças e nos jovens, desenvolvendo actividades regulares de leitura por prazer nas escolas, tanto nas salas de aula como nas bibliotecas. Assim sendo, este plano pretende que haja um permanente contacto com os livros de modo a se criarem hábitos de leitura. Para se criarem estes hábitos é necessário criar simultaneamente o gosto pela mesma. Por conseguinte é muito importante que haja esta promoção pela leitura e pelo gosto de a realizar, através da implementação de estratégias diversificadas e motivantes.
No 1º Ciclo, segundo Maria Emília Brederod (2006), as vantagens da substituição dos manuais escolares pela leitura de histórias completas são numerosas. Ela ainda afirma que na Suécia este projecto já foi implementado há trinta anos e que os resultados, no final destes trinta anos, foram muito positivos, pois os índices de leitura aumentaram drasticamente. O número de livros adoptados pelas escolas foi crescendo bem como a venda de livros nas livrarias deste país.
Segundo Emílio Rui Vilar (2006), presidente da Fundação Calouse Gulbeinkian, o desenvolvimento de um país depende da sociedade do conhecimento. A União Europeia e algumas organizações internacionais, nomeadamente a OCDE e a UNESCO, apontam a leitura como um dos alicerces mais fortes do desenvolvimento da sociedade do conhecimento.
Segundo Emílio Vilar (2006), Portugal tem que avançar neste domínio, no domínio da leitura. Para que esta progressão se concretize é imprescindível que haja acesso à informação nas múltiplas formas e suportes. Este acesso irá pressupor, deste modo, o bom desenvolvimento da leitura, e o olhar para a leitura como um instrumento valioso para o desenvolvimento da sociedade do conhecimento, em Portugal.
Emílio Vilar (2006), afirma que “dominar a leitura é uma condição essencial para exercer uma cidadania responsável”. Assim sendo é importante que os nossos níveis de leitura aumentem drasticamente, é importante que a leitura aumente em todos os níveis, nas escolas, nas bibliotecas e no seio das famílias.
Nunca tinha existido, até ao momento, um projecto nacional que pretendesse ir ao encontro das necessidades de estimular o acto de ler e da leitura em todas as situações e em todos os contextos. Este Plano Nacional de Leitura é muito ambicioso, mas é exequível. Por um lado, muitos professores já aderiram à leitura de livros nas salas de aula e os resultados foram espantosos. Eu participei na exploração do livro “O Principezinho” e concordo plenamente com a implementação deste projecto nas escolas. Os alunos sentem-se mais motivados para ler. Só o simples facto de interromper a leitura quando ela está no auge, ou seja, quando ela se torna mais emocionante, faz com os alunos sintam uma enorme curiosidade relativamente ao que se vai passar depois. Este facto contribui para que o interesse na leitura do dia seguinte aumente desmesuradamente. Por outro lado, temos os professores menos receptivos à leitura de livros na sala de aula. Eu, sinceramente, não consigo perceber esta atitude. Porque com a leitura de um livro é possível trabalhar em vários níveis do conhecimento, tanto a nível do conhecimento explícito como da compreensão e expressão escrita ou expressão e compreensão da oral.
Para que as aulas sejam motivantes, os alunos têm que se identificar com o que estão a ler, têm que ter vontade de ler e, na minha opinião este gosto e esta vontade de ler cultivasse. Eu acredito que este prazer pode surgir naturalmente com a leitura de um simples livro.
O Plano Nacional de Leitura, segundo Isabel Alçada (2006), foi realizado por docentes, ou seja, foi elaborado por pessoas que conhecem muito bem a realidade escolar, que sabem quais as necessidades e vontades dos alunos. Este Plano também teve o contributo de associados a bibliotecas, estes associados foram o pilar do projecto. Para terminar, este projecto também foi coadjuvado por pessoas que lançaram a biblioteca pública. Como podemos constatar, todos estes intervenientes estão ligados à Educação, o que ajuda a tornar este projecto exequível, porque são pessoas que conhecem a realidade escolar. Deste modo, este projecto cria condições ideais para divulgar e estimular o gosto pela leitura.
Os fundadores do Plano Nacional de Leitura divulgam uma lista de livros adequados aos diversos níveis etários. No entanto, eu penso que o docente não se deve limitar apenas a escolher os livros presentes nessa lista. Os alunos são todos diferentes e pode acontecer que os livros da lista divulgada pouco ou nada digam àquelas crianças. O livro “O Principezinho” foi escolhido por nós e não estava na lista. Escolhemos este livro porque achámos que ele era adequado para esta turma e porque acreditámos que os alunos iriam conseguir descodificar a sua mensagem. No entanto, este livro não seria adequado para outras escolas. Por conseguinte, a adopção dos livros tem de ser muito bem escolhida para que os alunos se sintam motivados para os lerem e em momento algum percam o encantamento.
Segundo o sítio da Internet www.planonacionaldeleitura.pt “Para o êxito do programa, é indispensável que as actividades de leitura se ajustem às características de cada turma.” Baseando-me ainda neste sítio da Internet, afirmo que compete a cada professor escolher criteriosamente a hora que considere mais adequada para a concretização da leitura do livro adoptado; seleccionar, entre as obras recomendadas para cada ano, quais as que pretende trabalhar e definir uma sequência capaz de promover gradualmente a progressão efectiva dos alunos e de fomentar o interesse pelos livros e pela leitura; escolher obras muito variadas para que as crianças contactem com grande diversidade de autores, temas, estilos, ilustrações; evitar prolongar excessivamente o trabalho com um mesmo livro; voltar a ler a mesma história se as crianças o solicitarem, mas de modo a não cansar ou tornar o trabalho monótono.  Estes pontos são muito importantes para que os alunos além de criarem hábitos de leitura, consigam despertar o gosto pela leitura. É de esperar que os alunos anseiem pela hora da leitura, para que eles se entusiasmem e que participem nas actividades com toda a alegria que lhes é característica.
            Para além de actividades sugeridas à escola, o Plano Nacional de Leitura também dá sugestões de actividades para as famílias. É importante            que os familiares dos alunos se apercebam do quão a leitura é importante para os seus filhos e que também eles sintam a necessidade de ler cada vez mais. É importante que eles não se sintam satisfeitos com o que já conhecem, mas que viajem pelo mundo da fantasia e da magia com os seus filhos. Só desta forma, estes familiares conseguirão sentir o gosto pela leitura a crescer dentro de si.
O professor deve sensibilizar as famílias para a importância dos livros de histórias no crescimento e no desenvolvimento intelectual e afectivo das crianças. Este incentivo pode ser realizado através das reuniões de pais, onde podem conversar sobre a importância da leitura de histórias com as crianças, ou sobre as vantagens do contacto das crianças com livros, mas tentando que compreendam e adiram à iniciativa. Os professores também podem distribuir panfletos que informem sobre a relevância da leitura em família; podem emprestar livros da biblioteca ou da sala de aula aos pais; podem organizar feiras do livro em ocasiões propícias como, por exemplo, as vésperas de Natal, da Páscoa, do fim do ano lectivo, convidar os pais e incentivá-los a presentearem os filhos com um ou mais livros adequados à idade e aos interesses da criança; podem também organizar festas em ocasiões propícias e apresentar trabalhos realizados pelas crianças sobre os livros que foram lidos na sala. Na minha opinião se as escolas implementassem estas medidas o gosto pela leitura iria aumentar. Se as famílias lessem mais os alunos acabariam por criar hábitos de leitura e o prazer pela leitura seria mais bem conseguido.
            A meu ver, esta iniciativa deveria ser ainda divulgada com mais incidência através dos meios de comunicação social. Penso que esta seria mais uma forma de influenciar positivamente a valorização social da leitura e a promoção de hábitos nesse domínio.
Segundo João Mata (2006) “As biblioteca de turma são ainda um potencial recurso para o desenvolvimento do gosta da leitura.” Elas destinam-se a tornar os livros mais próximos e a incentivar os alunos a requisitarem obras para lerem em casa. Assim sendo, segundo o autor atrás mencionado, muitos professores têm optado por expor na sala de aula uma selecção de livros para que os alunos os possam folhear, manusear e escolher. Outros professores têm solicitado aos alunos que tragam livros de casa para trocar com os colegas.
            Segundo www.portugal.gov, tanto nas bibliotecas como na adopção de livros para ler na sala de aula, as histórias tradicionais surgem como a leitura que mais cativa os alunos. Segundo este sítio da Internet as histórias tradicionais começaram por ser transmitidas oralmente. Com o passar do tempo foram sendo registadas por escrito e, a partir de então, foram rescritas por muitos e variados autores, em prosa e em verso. Estas histórias são um valioso suporte cultural, depositárias de conhecimentos, sabedoria, convicções, práticas sociais, juízos de valor e representam também os voos de imaginação de gerações sucessivas.
Se estas histórias resistiram ao tempo e foram recontadas com as adaptações indispensáveis a cada época, foi porque encantaram. Foi porque levaram as pessoas a sonhar, a imaginar e porque contêm verdades intemporais acerca das características mais profundas do ser humano e das suas contradições.
As crianças adoram estas histórias e acolhem-nas com apresso, assim sendo elas devem ser abordadas o mais cedo possível.
As histórias tradicionais são normalmente bem recebidas pelas crianças. No entanto, o professor deve verificar se a história deseja trabalhar com os seus alunos não foi já trabalhada em anos anteriores. O simples facto de os alunos já terem ouvido a história e voltarem a ouvi-la pode ser aliciante, mas trabalhar sucessivamente o mesmo enredo torna-se facilmente fastidioso, provoca desinteresse e não estimula o progresso.
Segundo Isabel Alçada (2006), “a partir de certa idade, a maioria dos alunos deseja ser surpreendida, deseja fazer descobertas, aborrece-se ou desmobiliza ao repisar o que já sabe.” Os alunos com dez, onze anos desejam ser surpreendidos pela leitura dos livros. O docente deve satisfazer esta vontade, deve introduzir histórias com acção, onde existam heróis e polícias e ladrões. Deve cativar o aluno para a leitura, deve fornecer-lhe o material que ele necessita para desenvolver o prazer pela leitura. 
Segundo o sítio da Internet www.portugal.gov “As histórias de ficção escritas de uma maneira realista e que apresentam situações do quotidiano têm, normalmente, a intenção de sensibilizar para as questões que se colocam no relacionamento entre as pessoas da mesma família, no seio de um grupo de amigos e que, em momentos de crise, desencadeiam sentimentos como perplexidade, susto, medo, ciúme, isolamento, insegurança, etc. Em alguns casos, o autor deixa os dilemas em aberto, noutros casos, tem a preocupação de veicular mensagens positivas.”
A leitura de histórias deste género no ambiente da sala de aula pode contribuir para que os alunos tomem consciência e analisem problemas do dia a dia que os afectem pessoalmente ou que afectem outras pessoas, apurando a compreensão de si próprios e do mundo que os rodeia. A reflexão suscitada poderá ainda contribuir para que se tornem mais lúcidos e mais tolerantes para com os outros e para com eles próprios. No entanto, pode também acontecer que alguns dos alunos estejam a viver situações idênticas e sintam que estão a ser expostos perante a turma, ou intimamente incomodados por reviver na aula problemas que estão a tentar esconder. Se o professor suspeitar que corre este risco, será preferível escolher outro tipo de leitura, pois o objectivo da leitura não é, em nenhum momento, provocar constrangimentos.
            Segundo o sítio da Internet www.portugal.gov “As novelas históricas destinadas a crianças ou a adolescentes envolvem muita acção e mistério o que torna o enredo apelativo.” De uma maneira geral, os autores apresentam um quadro bastante nítido sobre ambientes, mentalidades, maneiras de viver de outras épocas. Assim sendo a leitura representa um considerável enriquecimento cultural, promove uma maior abertura de espírito e um alargamento de horizontes.
            Para que a leitura deste tipo de histórias seja cativante, o professor deve assegurar-se de que os alunos compreendem os textos e aderem afectivamente às personagens, às situações, à época tratada. Se em algum momento o professor verificar que os seus alunos não  compreendem a mensagem da história, o professor deve dar as informações necessárias para que as dúvidas ou a sensação de estranheza desapareçam.
Segundo o sítio da Internet www.portugal.gov “As histórias de aventura e mistério obedecem a uma matriz encontrada na primeira metade do século XX e que permanece actual: narrativa ágil, ritmo intenso que se adensa até atingir o clímax, epílogo serenante, personagens principais da idade dos leitores, opositores de características nítidas, descrições sucintas; diálogos frequentes; narrador omnisciente, enigmas para desvendar, pistas que permitem ao leitor antecipar o desfecho, final feliz”.
            Segundo o mesmo sitio da Internet atrás mencionado, este tipo de histórias tem-se revelado uma peça-chave na aquisição do gosto pela literatura entre as crianças de todo o mundo. Este facto deve-se, em parte, à cumplicidade que o escritor propõe aos seus leitores, mas também porque suscita sentimentos de pertença a um grupo coeso e bem-sucedido. Além disso, a manutenção do suspense não deixa esmorecer o interesse pelo enredo, e a lógica interna da narrativa torna-a particularmente sedutora para quem se encontra numa etapa crucial do desenvolvimento do raciocínio. 
É frequente os autores de livros de aventura e mistério não escreverem livros isolados mas colecções, o que permite ao leitor reencontrar os seus heróis, envolver-se afectivamente, sentir o prazer de ler e o desejo de ler mais, ou seja, faz com que os seus leitores sintam vontade de voltar a ler livros da mesma colecção e assim, sintam vontade de ler. O entusiasmo por uma determinada colecção representa, muitas vezes, uma etapa importante na aquisição de bons hábitos que vão assegurar persistência no interesse por livros e amor à leitura para o resto da vida.
Como podemos constatar existe uma imensidão de histórias para trabalhar na sala de aula, basta querer.
Depois de tudo o que foi exposto, posso garantir que o Plano Nacional de Leitura é uma mais valia para Portugal, nomeadamente para as nossas crianças. É importante que elas nutram o gosto pela leitura desde cedo e que se cultivem progressivamente, pois só desta forma serão pessoas felizes e informadas.
Com o Principezinho eu revivi a minha própria paixão pela leitura. É de facto a ler que se aprende a gostar de ler. É a ler que nos deixamos envolver totalmente pelo livro e sentindo afectivamente a sua companhia. Se pais e filhos fizessem um momento dedicado à leitura estaria criado, certamente, um estímulo válido para os mais novos.
Segundo Cristina Almeida (1996) “Ler é crescer...” Como professora, estou numa fase de crescimento evoluçao permanente...Por isso não quero perder esta paixão pela leitura, quero sentir prazer em crescer até ao último dia da minha vida. Quero continuar a sentir que a aprendizagem é o caminho para a felicidade...
 
 
Boas lituras :)
 
Misé
publicado por mise às 23:41
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